Os comunistas consideram “dramática” a situação económica e social que se vive na região, “em que o desemprego aumenta, em que crescem as situações de precariedade laboral, em que as falências e insolvências conhecem números alarmantes e em que alastra a pobreza”.
Segundo o PCP o plano “coloca em primeiro lugar a ruptura com as políticas praticadas e a adopção dum vasto e integrado conjunto de medidas na perspectiva de priorização do investimento público, e de adopção de políticas públicas que utilizando os fundos comunitários, verbas do Orçamento do Estado e mobilização de outros recursos financeiros, sirva de imediato para minimizar os dramáticos problemas existentes”.
O Partido Comunista entende que “não são políticas avulsas ou assistencialistas” que resolverão os problemas.
Fernando Carmosino, membro da DRA do PCP, alerta para as consequências da redução da população residente.