Odemira, Castro Verde, Aljustrel, Cuba, Ferreira do Alentejo e Alvito são os concelhos afectados.
O SPZS diz tratar-se de um “autêntico abate de escolas” onde é tido em conta “um único critério o número de alunos”.
Para o sindicato, o reordenamento da rede de escolas deve obedecer a vários requisitos, entre outros, a distância para a escola de acolhimento, o tempo de duração da deslocação diária, a garantia de resposta social adequada a nível de ocupação de tempos livres e o acordo das autarquias e das populações. Na lista divulgada, estes requisitos não estão “completamente” acautelados, verificam os professores da zona sul.
Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul, diz que existem agora mais razões para as comunidades lutarem pela defesa das escolas. O Sindicato promete “estar do lado” das populações no plano jurídico e da reivindicação.