Para a ADPBeja esta mudança constitui “por parte da Câmara Municipal de Beja, um acto de lesa património e de violação da memória colectiva da cidade”. Em nota de imprensa, a Associação pede aos “vereadores da Câmara Municipal de Beja” que “homenageiem os seus cidadãos” mas utilizando o “bom senso ( ) sem destruir a cultura patrimonial e preservando a história milenar de um povo que se orgulha da sua terra e da sua história”.
A ADPBeja manifesta um “enorme contentamento pela homenagem às figuras ilustres” mas “contesta a alteração dos nomes tradicionais dos seus arruamentos, porque estes encerram uma história que não é de ninguém em particular, pertence-nos a todos e urge preservar”.
Florival Baiôa, presidente da ADPBeja, considera que as “ruas seculares pertencem à memória colectiva da cidade”. Na opinião do mesmo responsável “ninguém pessoalmente ( ) tem direito a mudar a memória de uma cidade consoante as homenagens que queira fazer”.