Os alérgicos do Alentejo deverão preparar-se para dias mais difíceis. A região apresenta, até ao próximo dia 25 de junho, níveis elevados de concentração de pólen na atmosfera, segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.
As maiores quantidades de pólen provêm de árvores muito comuns na paisagem alentejana, como a oliveira, o sobreiro, o castanheiro e o eucalipto. Também várias espécies de ervas espontâneas, como as gramíneas, a azeda, a urtiga e a tanchagem, estão a contribuir para o agravamento da situação.
Este cenário poderá provocar um aumento dos sintomas em pessoas que sofrem de alergias respiratórias, nomeadamente espirros frequentes, irritação ocular, congestão nasal e dificuldades respiratórias.
Os especialistas recomendam alguns cuidados simples, como evitar atividades prolongadas ao ar livre durante os períodos de maior concentração de pólen, manter as janelas fechadas nas horas mais críticas e seguir a medicação prescrita pelo médico.
Com a chegada do calor e a continuação da floração de várias espécies, tudo indica que os níveis de pólen vão continuar elevados no Alentejo nos próximos dias.