No retrato territorial do país, ontem revelado com base nos dados do recenseamento da população de 2011, pode ler-se que 12,9% dos portugueses (729 832 pessoas) que se encontravam numa relação conjugal viviam em união de facto.
Acima deste limiar situavam-se as regiões do Algarve (20,8%), Lisboa (19,5%) e Alentejo (14,3%).
De acordo com o Instituto “a representação à escala municipal permite identificar a crescente relevância das uniões de facto, entre 2011 e 2011, generalizada a todos os municípios do país”.
O INE frisa que no período intercensitário 2001-2011 “mantém-se uma oposição Norte-Sul, com os municípios do Sul do Continente a apresentarem maior expressão relativa dos núcleos conjugais de facto”.