Em causa estão as preocupações expressas pelo Coronel Garrido Gomes no 4º Aniversário do Comando. O Comandante mostrou-se preocupado com as instalações, viaturas e pessoal.
“O mínimo que se exige é que os profissionais possam trabalhar em condições de dignidade e com acesso aos meios e equipamentos imprescindíveis à segurança das populações”, refere a Associação em Nota enviada às redacções.
A APG/GNR lembra que “tem vindo a alertar para a questão da gestão dos recursos humanos, pois insiste-se no erro de manter uma percentagem importante de homens absorvidos com tarefas administrativas e de apoio, quando, por via da redução brutal de ingressos, a falta de homens nos postos, com funções operacionais está a tornar-se insustentável”.
Em relação às instalações, a Delegação Sul da APG/GNR frisa que desde Novembro de 2012, alerta para “a gravidade da degradação e desadequação da maioria das instalações do Comando de Beja, havendo mesmo locais de serviço sem o mínimo de condições de habitabilidade e dignidade”.
António Barreira, Coordenador da Delegação Sul da APG, afirma que o “poder político” não pode ficar “indiferente” às palavras do Coronel Garrido Gomes.