O Festival Futurama encerra hoje a 5.ª edição, em Alvito.
A programação começa às 15h30, com a apresentação da instalação artística ALVITO/ALTIVO na Escola Profissional de Alvito com o artista plástico Filippo Fiumani em co-criação com os alunos do curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural.
“Esta obra nasceu da recolha e reutilização de materiais provenientes da AMCAL, ativando um circuito sustentável que liga produção, desperdício e criação artística”, revela a comissão organizadora do Festival.
Segue-se às 16h30 o espetáculo “Cantexto”, concerto de cante alentejano nas Grutas do Rossio.
Em palco vão estar vários grupos. O Grupo Coral de Baleizão canta o poema de Patrícia Reis “A memória não se perde”, com composição musical de Clara Palma. O Coral Raízes do Cante da Cuba canta o poema de Yara Nakahanda Monteiro “O povo não esquece quem é”, com composição musical de Paulo Ribeir. O Coral Feminino “Alma Nova” (Ferreira do Alentejo) interpreta o poema de Cristina Taquelim “Moda do Parto”, com composição musical de Ana Santos e Celina da Piedade. O Coral Rama Verde canta o poema de Margarida Vale de Gato “Canto do novo banzo”, com composição musical de Ana Santos e Celina da Piedade. O Grupo de Canto Coral Alentejano de Alvito canta o poema de Hugo van der Ding “Papa Borregos”, com composição musical de Ana Santos e Celina da Piedade.
A entrada é livre.
A iniciativa arrancou em Beja, passou por Mértola, e encerra agora em Alvito.
Rita Fialho Valente, coordenadora artística do Festival, afirma que a meta é levar o Futurama a todos os concelhos do Baixo Alentejo.
Foto: Arquivo