A ASPIG considera que tal contratação permite “aproveitar os militares empenhados na limpeza de cavalos e cavalariça, nas funções próprias e dignas de agentes de autoridade”. A Associação considera que os serviços de limpeza são “essenciais” mas “não são dignos para ser executados por militares”.
José Alho, presidente da ASPIG, afirma que a atitude do Comando de Évora é “exemplar”.