A ASPIG refere que no decorrer do encontro “teve ocasião de manifestar, ao Ministro, a sua preocupação com o corte de relações do Comando Geral da Guarda com a associação e dos efeitos nefastos dai resultantes para todos os associados e restantes militares da Guarda”.
O Ministro informou a Associação sobre o alargamento da idade mínima de passagem à situação de reserva, que actualmente é de 55 anos, para os 58 anos.
O presidente da ASPIG, contesta esta alteração. José Alho afirma que fazer turnos, com 58 anos na actividade operacional, “é quase impossível”. O mesmo responsável lembra que os profissionais de saúde deixam de fazer turnos aos 50 anos.