Na moção a autarquia exprime “indignação pelo anunciado encerramento de serviços de finanças no distrito de Beja, medida que poderá vir a implicar o encerramento da repartição de Moura”. Para o Município “esta decisão, arbitrária e unilateral, do Governo vem juntar-se a outras, iniciadas com anteriores executivos, de supressão dos serviços dos correios, de quartéis da GNR, do encerramento de escolas, de serviços de saúde e de tribunais”.
Desta forma a Câmara de Moura “rejeita esta medida, tal como não aceita colaborar em “soluções” artificiosas, como a criação do Balcão Único ou outras do mesmo género.”
Santiago Macias, presidente da Câmara de Moura, considera que esta decisão do Governo é “um desastre”.