A 15 de Abril de 2013 a autarquia apresentou uma providência cautelar contra o Estado. Em Julho do ano passado, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja condenou o Estado e a subconcessionária da A26, a adoptarem medidas para minimizar danos ambientais e eliminar riscos para a população, causados pelo abandono das obras da autoestrada.
A Câmara refere que “perante a inércia e desinvestimento nas obras iniciadas, cumpre à autarquia zelar pelo supremo interesse da população e do território do Concelho de Ferreira do Alentejo”.
Aníbal Costa, presidente do município, quer que “de uma vez por todas” sejam apuradas as responsabilidades da Administração Central.