Segundo a autarquia esta peça vem “reafirmar a identidade territorial e consolidar, de forma manifesta e perdurável, a perpetuação da sua existência”.
“Casével: um Território, uma História, uma Identidade” é o lema desta obra dos arquitectos Helena Passos e Pedro Silva. A estátua situa-se na Rua de Castro Verde, junto ao lavadouro da vila.
Em simultâneo com a peça de arte pública, será apresentada uma publicação que contextualiza a iniciativa, onde se eternizam os nomes dos homens e mulheres que integraram os vários executivos da Junta de Freguesia de Casével, desde 1974 até aos dias de hoje.
Fernanda Felício, presidente da Junta de Freguesia de Casével, refere que este monumento representa uma “tomada de posição contra a extinção da freguesia” assim como um “agradecimento a todos os eleitos que passaram pela freguesia”. A autarca diz “repudiar” a Lei que obrigada à agregação da freguesia.
A cerimónia de inauguração está agendada para as 17 horas. Recorde-se que a extinção das freguesias de Casével e de Castro Verde e a sua agregação numa só tem sido alvo de contestação por parte da Assembleia Municipal e Câmara Municipal de Castro Verde e dos executivos de ambas as Juntas de Freguesia.