Para a CIMBAL, esta medida visa “a restrição de valências existentes nos diversos hospitais, desclassificando instituições e levando a que os utentes se tenham de deslocar a outros hospitais, com distâncias maiores e com todos os inconvenientes que daí decorrem”.
Na região, pode estar em causa o Hospital de Serpa e a redução de especialidades nos Hospitais de Beja e do Litoral Alentejano, entre elas a obstetrícia, que implica o encerramento da maternidade de Beja.
A CIMBAL considera que esta situação trará “graves problemas a nível de saúde pública”. A falta de médicos e os acessos “degradados e com obras” (IP8 e IP2) são factores que aumentam a insatisfação da Comunidade com esta possibilidade.
No comunicado, a CIMBAL assegura “continuar a envidar todos os esforços para que estas medidas não sejam concretizadas”.
“Urge encontrar os meios e melhores formas de lutar contra estas medidas que a todos prejudicam e que estão a aniquilar o interior do país e a contrariar tudo o que temos feito pelo desenvolvimento e coesão social e territorial”, conclui a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo.