Lopes Guerreiro considera que “o concelho de Beja vive uma depressão como há muito não se sentia”. Em sua opinião tal deve-se não só à crise nacional e europeia como à própria gestão autárquica.
“As enormes expectativas geradas pelos últimos executivos autárquicos vencedores, consubstanciadas em programas eleitorais recheados de promessas de encher o olho, não concretizáveis”, a par da “gravíssima situação financeira do município, que limita drasticamente a sua capacidade realizadora” justificam a actual “depressão” no entender do candidato.
O antigo presidente da Câmara de Alvito não tem dúvidas que “a intensificação da luta pela conquista/manutenção do poder entre as duas maiores forças políticas, levou a extremar posições que, objectivamente, prejudica o concelho”.
Lopes Guerreiro pretende “romper com algumas formas de fazer política” e recusa o que chama de “clubite”.
O Movimento quer transformar Beja num concelho “onde interesse investir, se possa trabalhar, apeteça viver e dê prazer conhecer e visitar”.
“Fixar e atrair mais pessoas” para o concelho e “criar mais riqueza e postos de trabalho” é outra meta do “Por Beja com todos”.
Lopes Guerreiro pretende apresentar um programa eleitoral que “represente as ambições do maior número possível de bejenses” e que seja “concretizável no mandato”.