Maria Fátima Carvalho, docente da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Beja, explica que está a ser desenvolvido, no Instituto, um “novo tratamento de águas residuais”. Segundo a professora do CET de Qualidade Ambiental, como estamos numa zona demarcada de queijo de Serpa, tentou-se desenvolver um novo tratamento de águas residuais de queijaria, através de um sistema “inovador”. A água tratada já foi aplicada em culturas de alface e tomate onde se obtiveram resultados “muito promissores”, frisa Fátima Carvalho. A docente explica que o tomate teve “melhores características” do que quando cultivado com água normal. Este trabalho está na última fase de patenteação nacional.
Na Ovibeja, o CET de Qualidade Ambiental mostra a “deploração de água de aquários através de plantas” e a “hidroponia utilizando águas residuais resultantes do tratamento inovador”, acrescenta a mesma responsável.