A distrital de Beja do Chega diz que a 2ª volta das Presidenciais “confirmou aquilo que já se percebia desde a primeira hora, deixou de existir um debate político livre e plural em Portugal e assistiu-se, antes, à defesa cerrada de um regime instalado, com a Comunicação Social dominante e um coro de ‘notáveis’, todos filhos políticos do pós-25 de Abril, a assumirem, sem pudor, o papel de escudo de um sistema gasto”.
Em nota enviada à Rádio Pax, o Chega acrescenta que “André Ventura não foi tratado como adversário político, mas como ameaça existencial, onde a entropia informativa, amplificada por manchetes alarmistas e opiniões enviesadas uniformizadas, não visou esclarecer os eleitores, mas condicionar o voto (…)”.
Para a distrital do Chega o vencedor foi “levado em andor do sistema”.
Neste contexto, o Chega diz que “André Ventura sai politicamente vencedor, consolida-se como único representante da direita conservadora e social em Portugal, enquanto o ‘socialismo laranjinha por fora e rosa por dentro’ é remetido para o lugar que o povo soberano decidiu pelo voto, porque o incómodo que Ventura provoca não nasce de qualquer risco à democracia, acusação que revela falta de higiene intelectual, mas sim do risco real que representa para um regime néscio, corrupto, endémico e putrefacto”.