Aquilo que começa como resíduo pode acabar a alimentar os solos alentejanos. É esta a aposta da Resialentejo com o CompostoAlentejo, um corretivo orgânico produzido no Parque Ambiental do Montinho, em Beja, através da valorização da matéria orgânica recolhida na região.
O produto resulta sobretudo de resíduos urbanos biodegradáveis, complementados com resíduos verdes provenientes da manutenção de jardins, submetidos a um processo controlado de compostagem.
O composto é rico em matéria orgânica e nutrientes como azoto, fósforo e potássio, ajudando a melhorar a estrutura dos solos, a retenção de água e a disponibilidade de nutrientes para as culturas.
Pode ser utilizado, entre outras aplicações, em olivais, vinhas, pomares e espécies florestais, sendo apresentado pela Resialentejo como uma alternativa que pode contribuir para reduzir a utilização de fertilizantes químicos e aumentar a resistência dos solos à seca.
O CompostoAlentejo é comercializado a granel, em pó, e pode ser levantado nas instalações da Resialentejo, em Beja. O transporte fica a cargo do comprador.
Com esta campanha, a empresa quer aproximar o produto dos agricultores e mostrar que os resíduos orgânicos podem ganhar uma segunda vida e regressar à terra como recurso para a agricultura alentejana.