João Ramos reuniu com a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Santiago Maior (APEEEBSM), em Beja, com o objectivo de aprofundar o conhecimento sobre a falta de meios materiais e humanos no apoio aos alunos com necessidades especiais.
O parlamentar refere que aquela Escola “não tem técnicos de ensino especial que são necessários” pois “há um fisioterapeuta com 18 horas para 3 estabelecimentos escolares e turmas que estão constituídas contra a portaria do Ministério” que diz que as turmas com alunos do ensino especial não podem ter mais de 20 estudantes. João Ramos considera que estas questões “contrariam” o Ministério que nega a existência de problemas.
Desta forma o deputado pretende saber por que razão a DGEstE Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares, não recebe os pais e encarregados de educação conforme lhe foi solicitado, nem dá qualquer resposta a esta solicitação; se o Ministro tem conhecimento das reclamações, pedidos das escolas e pedidos de reuniões que chegam à DGEstE e como resolverá o Ministério o problema dos alunos com necessidades especiais que, na Escola Básica Santiago Maior, não têm qualquer apoio. João Ramos questionou ainda se o Governo vai alterar a sua posição e reforçar o ensino especial com os meios necessários ao seu adequado funcionamento.
O deputado do PCP assegura que o Grupo Parlamentar vai “pressionar” o Governo para que este resolva a situação, através do contrato de mais técnicos.