A Federação quer manter até ao final do ano a luta pelos direitos consagrados na contratação colectiva. O protesto teve início há cerca de dois anos em resposta às alterações introduzidas no Código do Trabalho e adoptadas por algumas empresas.
Os mineiros reclamam a manutenção das percentagens previstas de acréscimo remuneratório; o descanso compensatório resultante de trabalho suplementar; a negociação da contratação colectiva e respeito pelos direitos individuais e colectivos dos trabalhadores.
Jacinto Anacleto, Secretário-coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Industria Mineira (STIM), diz que o Governo “teima” em manter uma norma considerada inconstitucional e que prejudica os trabalhadores.