O movimento, criado em defesa dos projectos estruturantes para região, realça que no documento “o interior é completamente esquecido”. Florival Baioa, líder do movimento, diz que a electrificação da linha ferroviária entre Beja e Casa Branca, prevista para depois de 2016, é “tardia”. O mesmo acontece com a conclusão do IP8. O movimento condena o “abandono” da A26 (Auto-estrada do Baixo Alentejo).
Florival Baioa afasta, para já, a realização de manifestações e considera que é necessário realizar um debate sobre o relatório e pressionar as instituições centrais para concretização dos investimentos públicos.