O Instituto Nacional de Estatística (INE) prevê uma redução generalizada da produção de azeitona, embora com intensidade distinta entre sistemas e zonas do país.
No Alentejo, região responsável pela maior parte da produção nacional, as produtividades são inferiores às de 2024 nos olivais intensivos em sebe, devido à precipitação, vento forte e amplitudes térmicas elevadas durante a floração, indica o INE.
“Ainda assim, a entrada em produção de novos olivais permite atenuar parcialmente a quebra, estimando-se que a região produza cerca de 80% do volume da campanha anterior”, adianta a mesma fonte.
A nível nacional, o INE prevê uma produção de cerca de 1,05 milhões de toneladas, o que corresponde a uma redução de 20% face a 2024 e um valor ligeiramente abaixo da média do último quinquénio (-2%).
A campanha decorre sem constrangimentos relevantes nos lagares e dada a qualidade da matéria-prima espera-se a produção de bons azeites.