Odemira “exige” a revisão da portaria publicada no mês passado que pode levar ao fecho da maternidade.
Se tal acontecer, as grávidas do concelho e respectivas famílias são obrigadas a deslocações muito superiores a 200 quilómetros.
De acordo com a autarquia, o encerramento dos serviços de obstetrícia do Hospital de Beja, sem que o mesmo esteja previsto para o Hospital do Litoral Alentejano, leva a que “os filhos do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral ou nascem no Centro Hospitalar do Algarve, EPE ou no Hospital Espírito Santo de Évora, EPE!”.
Os autarcas de Odemira defendem “a necessidade de manter um Serviço
Nacional de Saúde para todos os cidadãos”. Por outro lado, “exigem” a imediata revisão da portaria e a auscultação dos autarcas no processo de reforma do Serviço Nacional de Saúde.