Trata-se de um espaço de 5 hectares que, segundo a ACOS Agricultores do Sul “traduz um campo de cultivo com vários equipamentos de rega, culturas como o milho e trigo, árvores de fruta e maquinaria agrícola diversa”.
Castro e Brito, presidente da ACOS, diz que se trata de uma “reafirmação da Ovibeja também como uma feira agrícola porque [a vertente agrícola] se tem vindo a diluir”. O mesmo responsável admite que o certame estava a “perder um pouco o princípio da Feira: a agricultura”.