Nas perguntas enviadas, com carácter de urgência, os comunistas querem saber quando está prevista a conclusão dos diferentes troços e se estão reunidas condições para que as obras de requalificação não voltem a ser suspensas.
O Grupo Parlamentar do PCP quer também saber por que razão não existe referência à ligação entre a A6 e S. Manços e o que alterou a “posição relativamente aos troços a manter na subconcessão”. Em causa está o IP2, que esteve previsto ser transferido para a jurisdição da Estradas de Portugal.
O PCP põe ainda em causa a diferença entre os valores a poupar entre o Memorando de Entendimento que dava conta de uma poupança de 338 milhões de euros na subconcessão do Baixo Alentejo, e o novo acordo que anuncia uma poupança de 944 milhões de euros. “Esta alteração conduzirá a alterações na qualidade ou no perfil das construções para além do que já tinha cindo a ser anunciado?” é a última questão feita ao Ministério da Economia pelo PCP.
Foi também requerida uma cópia do acordo entre a Comissão de renegociação das PPP e a Sociedade Portuguesa de Exploração Rodoviária, subconcessionária que detém a Concessão do Baixo Alentejo.
O parlamentar João Ramos diz que “do pouco que se sabe”, os novos moldes do acordo vão prejudicar a região.