De forma simples, direta e objetiva, a Rádio Pax quer conhecer melhor os candidatos à presidência das Câmaras Municipais do distrito de Beja.
Na rúbrica “Quatro Perguntas, Quatro Minutos”, desafiamos cada candidato a responder a quatro perguntas essenciais e têm apenas quatro minutos para o fazer.
Sem rodeios. Sem discursos longos. Apenas respostas claras, para que se possa conhecer quem quer liderar o futuro do seu concelho.
Hoje, Quatro Perguntas, Quatro Minutos são para Francisco Picareta, candidato do PS à Câmara Municipal de Serpa.
Porque decidiu candidatar-se à presidência da Câmara Municipal?
Considero uma responsabilidade cívica contribuir para ajudar a minha terra a ter a oportunidade de uma mudança que a coloque no lugar que merece.
Sem ideologias que a travem.
Com o potencial que deve aproveitar para ser um Concelho determinante no desenvolvimento da região.
O Concelho de Serpa perdeu a ligação às pessoas, atrasou-se perante a realidade, e se não conseguirmos transformar o problema em oportunidade vamos atrasar-nos ainda mais em relação aos outros concelhos.
Ser cidadão é também uma responsabilidade e abraço esta candidatura com um único propósito: servir os meus concidadãos, fazendo de Serpa uma terra melhor para todos.
Sou candidato porque acredito que a mudança fará a diferença.
Qual considera ser a principal diferença entre a sua candidatura e as restantes?
A principal diferença é a noção da prioridade! Até aqui o Concelho de Serpa tem sido governado sob a orientação de uma ideologia que não a protege, que usa os interesses de todos para promover uma orientação dogmática. Isso é um erro! E a grande diferença: é que connosco, Serpa é a nossa única ideologia.
Esta candidatura coloca o concelho de Serpa acima de tudo e não tem qualquer tipo de amarras.
Somos livres para trabalhar por Serpa e pelos cidadãos de todas as freguesias e lugares. Connosco a prioridade é encontrar soluções para os problemas, não é agudizar problemas para prometer soluções. É a diferença substancial de um novo modelo de governação que fará Serpa forte e que coloca as pessoas em primeiro lugar.
Quais são os três principais objetivos que quer alcançar se for eleito?
Posso enumerar 3 objetivos que serão desenvolvidos em paralelo,
Inicialmente é necessário organizar a câmara para começar a dar respostas efetivas aos problemas e ambições dos cidadãos, das entidades e das empresas.
É importante construir soluções com a participação de todos, desenvolver parcerias. Nada se faz sozinho, e nada que se imponha pode alcançar bons resultados.
Por outro lado, é fundamental garantir que em nenhum ponto do nosso território existam diferenças negativas. É preciso construir a coesão para garantir as oportunidades a todos.
Tal como é imprescindível, transformar o Concelho de Serpa num motor de desenvolvimento económico e social da região, tirando proveito das suas potencialidades e da sua localização.
Pessoalmente, desejo concluir o primeiro mandato com problemas resolvidos e os olhos postos no futuro.
É o desejo de futuro que decide entre quem escolhe ficar ou partir, entre quem pensa voltar ou manter-se longe.
As pessoas são o mais importante, podermos ajudar a construir as suas escolhas em benefício do nosso Concelho, será com certeza uma enorme recompensa pelo trabalho que temos pela frente.
Como descreve a sua ligação pessoal ao concelho?
Sou daqui! Vivo a nossa terra com o entusiasmo e a paixão de todos.
Desde sempre me envolvi na comunidade, assumi compromissos e trabalhei para os honrar, com prestígio e resultados positivos.
E escolhi sempre trabalhar ao lado dos meus concidadãos para encontrar soluções e alcançar objectivos envolvendo todos e gerando parcerias.
Sou de Serpa com muito orgulho, desde que nasci, e é aqui que me estabeleci com a minha família para vivermos.
Não sou candidato por oportunidade, sou candidato por convicção, de quem sente esta terra com amor, e é capaz de colocá-la acima de tudo.