O líder do PS expressou a sua “solidariedade” com o interior. Numa região onde fecham escolas, serviços de saúde, tribunais e se equaciona o encerramento de repartições de finanças, o líder do PS defendeu que sejam estabelecidos contratos locais de desenvolvimento entre o Estado e as autarquias. António José Seguro acredita que o poder central e o poder local poderiam sentar-se às mesma mesa e contratualizar os serviços públicos a manter no território.
António José Seguro defendeu ainda a diminuição dos impostos no interior para as empresas que criem emprego e fixem as populações.
Pedro do Carmo, presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS, apoiante do actual líder socialista sublinhou que Seguro é um “homem sério, capaz e do povo. Não é o candidato das elites e dos comentadores”.