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Sindicato queixa-se do pagamento dos vencimentos fora do prazo no hospital de Serpa

Sindicato queixa-se do pagamento dos vencimentos fora do prazo no hospital de Serpa

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) queixou-se hoje do pagamento fora do prazo legal dos vencimentos aos profissionais do hospital de Serpa, no distrito de Beja, gerido pela Santa Casa da Misericórdia (SCM) local.

“Estamos no último dia do mês de maio e o vencimento não está na conta dos enfermeiros e dos outros profissionais”, afirmou Celso Silva, da Direção Regional do Alentejo do SEP, em declarações à agência Lusa.

Segundo o sindicalista, a SCM de Serpa “tem que pagar os vencimentos até ao último dia de cada mês”, mas o pagamento dos ordenados de maio aos profissionais da instituição, “mais uma vez”, não foi efetuado dentro do prazo legal.

“Isto acontece de forma reiterada, porque já se verificou no mês passado e tinha já acontecido também mais duas ou três vezes nos meses anteriores”, lamentou.

Contactada pela Lusa, uma fonte da SCM de Serpa confirmou que não foram ainda pagos os vencimentos deste mês aos profissionais das várias valências da instituição, explicando que a demora está relacionada com atrasos nas transferências de verbas do Estado para a instituição.

Nas declarações à Lusa, o dirigente da Direção Regional do Alentejo do SEP adiantou que o sindicato enviou esta manhã ofícios sobre o assunto para a SCM de Serpa, Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo e Ministério da Saúde.

“Queremos um esclarecimento sobre as verdadeiras razões” para o pagamento fora do prazo legal dos vencimentos e “tentar que estas instituições conversem e resolvam o problema, porque andamos sempre nisto”, salientou.

Celso Silva avisou que há profissionais com “compromissos com os bancos para o pagamento de empréstimos” e, quando há atrasos, “entram em incumprimento e têm que pagar juros, sem necessidade nenhuma, quando a responsabilidade nem é deles”.

O Hospital de São Paulo, em Serpa, passou a ser gerido pela SCM local em 01 de janeiro de 2015 e por 10 anos, ao abrigo de um acordo assinado em 2014 entre a instituição, a ARS do Alentejo e a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).

Rádio Pax / Lusa

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