SPZS prevê 36 “horários zero” no distrito

O sindicato aponta o dedo ao Ministério da Educação, que acusa de ter “avançado com medidas tais como, os mega-agrupamentos, as revisões curriculares, o aumento do número de alunos por turma, o alargamento das áreas geográficas dos Quadros de Zona Pedagógica, o encerramento de escolas, entre outras”.

Na zona sindical do SPZS (Portalegre, Évora, Beja e Faro) estão previstos 260 “horários zero”. Ainda que os números não sejam oficiais, o Sindicato considera-os “escandalosos” e o indicativo de “uma situação muito grave”.

Segundo Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul, deverá ser o primeiro ciclo o mais afectado.