Esta iniciativa insere-se num conjunto de concentrações e plenários de trabalhadores integrados no Sector Empresarial Local que o Sindicato está a promover hoje em todo o País.
Com estas acções o STAL pretende “denunciar a estratégia privatizadora do Governo para os serviços públicos locais, combater a ameaça do despedimento que paira sobre mais de dez mil trabalhadores e exigir que a Assembleia da República aprove uma medida legislativa extraordinária para a sua integração nos mapas de pessoal das autarquias”. O STAL considera que com a “reestruturação do Sector Empresarial Local e a publicação da Lei 50/2012, de 31 de Agosto, foi posta em marcha uma ofensiva sem precedentes contra o Poder Local Democrático”.
Para o STAL é “urgente” que sejam criadas condições para a “salvaguarda dos serviços públicos actualmente prestados pelo Sector Empresarial Local, particularmente através da sua remunicipalização, bem como seja aprovada pela Assembleia da República uma alteração à Lei 50/2012”.