onde questionaram o presidente da Câmara de Beja sobre o seu futuro após a extinção da Associação.
Os funcionários procuram saber como está o seu processo de integração e de regularização na Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL).
Jorge Pulido Valente aceitou responder, mas frisou que as questões colocadas à Câmara devem ser feitas nas reuniões de Câmara. O presidente da autarquia afirmou que este é um assunto que “diz respeito não só à Câmara de Beja, mas a todas”. Dessa forma, o autarca espera que os trabalhadores estejam também presentes nas Assembleias Municipais dos concelhos que fazem parte da AMBAAL.
Jorge Pulido Valente referiu ainda que este é um assunto que está a ser tratado na comissão executiva da CIMBAL.Segundo o autarcafoi constituído um grupo de trabalho, pelos presidentes José Maria Pós-de-mina, António Sebastião e pelo próprio, que tem “analisado todo o enquadramento legal do processo para benefício dos trabalhadores”. De acordo com Jorge Pulido Valente, José Maria Pós-de-Mina, realizou uma reunião com os trabalhadores, sem os restantes membros do grupo de trabalho. Para o presidente da Câmara de Beja este é um “assunto demasiado importante para ser tratado como está a ser, tentando explorar o ponto de vista politico partidário”.
Vasco Santana, coordenador do STAL Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, em Beja, esclareceu que os trabalhadores da AMBAAL, reunidos em plenário, decidiram marcar presença nas Assembleias Municipais, para “tentar obter algumas informações” sobre este processo. Segundo o sindicalista, a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo é a “única no País” que ainda não resolveu o problema da integração dos trabalhadores. Vasco Santana afirmou que esta é uma “forma de luta” que os trabalhadores encontraram para mostrarem que “estão preocupados e com sérias dúvidas sobre este processo”. Para o mesmo responsável “com boa vontade” este é um processo de “fácil resolução”.