Os eleitos do PS entendem que a privatização “conduzirá, a médio prazo, ao agravamento da situação financeira do Grupo Águas de Portugal, já que a privatização da EGF abrirá as portas à privatização das Águas de Portugal e, em consequência, à passagem para o domínio privado de um bem público essencial e indispensável ao bem-estar e qualidade de vida das populações”.
De acordo com os vereadores do PS “as alterações legislativas em curso visam retirar poderes aos municípios, com o objectivo de, neste domínio das águas e resíduos, se colocarem obstáculos continuados à autonomia dos executivos municipais para estabelecerem e definirem tarifas comportáveis para os cidadãos, nomeadamente para os que possuem menores recursos económicos”.
Jorge Pulido Valente, vereador do PS na Câmara de Beja, defende que a gestão da água deve ser feita pelos municípios.
Os vereadores do PS apresentaram ontem na Câmara de Beja uma tomada de posição sobre esta matéria que foi rejeitada pela maioria CDU.