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A Esquerda escreve torto por Linhas Vermelhas

A Esquerda escreve torto por Linhas Vermelhas

Estamos no tempo de estabelecimento de linhas vermelhas por parte da Esquerda
invocando os princípios europeus, e não sei mais que argumentos, que na sua boca me
soam sempre a patranha. Tenho a certeza absoluta que, para sua sobrevivência política,
a Esquerda junta-se alegremente aos piores bandidos que o Universo conhece (na
realidade ou ficção), e que o farão com o mesmo sorriso alarve com que assinaram os
compromissos da geringonça. Recordo apenas aos políticos e comentadores, passe o
pleonasmo, encarregados dos processos de beatificação da extrema Esquerda que, no
passado dia 17 de Setembro de 2019, o Parlamento Europeu condenou as ideologias
Fascistas, Nazis e Comunistas, através de uma Resolução votada por uma imensa
maioria, até por alguns deputados europeus do “Partido Socialista”, nos seguintes
termos:
3.  Recorda que os regimes nazi e comunista são responsáveis por massacres, pelo
genocídio, por deportações, pela perda de vidas humanas e pela privação da liberdade
no século XX numa escala nunca vista na História da humanidade, e relembra o
hediondo crime do Holocausto perpetrado pelo regime nazi; condena veementemente
os atos de agressão, os crimes contra a humanidade e as violações em massa dos
direitos humanos perpetrados pelos regimes nazi e comunista e por outros regimes
totalitários;
10.  Apela a uma cultura comum da memória que rejeite os crimes dos regimes fascista
e estalinista e de outros regimes totalitários e autoritários do passado como forma de
promover a resiliência contra as ameaças modernas à democracia, em particular entre
a geração mais jovem; encoraja os Estados-Membros a promoverem, através da
corrente cultural dominante, o ensino da diversidade da nossa sociedade e da nossa
história comum, incluindo o ensino das atrocidades da Segunda Guerra Mundial, como
o Holocausto, e a desumanização sistemática das suas vítimas ao longo de vários anos;
Sem qualquer espécie de empatia pelo “Chega”, até agora ainda não vi nenhum dos seus
dirigentes ou militantes notórios manifestar qualquer simpatia pelo Nazismo ou
Fascismo (excepção que confirma a regra o avozinho da convenção), nem pela
simbologia a eles associada, limitando-se a manter um discurso populista, demagógico,
caceteiro e xenófobo, perigoso quanto baste, em tudo parecido nos termos e nos modos
com os fofinhos parceiros de Costa na geringonça. Estes sim não se eximem de exibir
toda a simbologia e heróis de uma das tais ideologias condenadas pelos Europeus.
Mesmo com o Bloco a viver uma alucinante deriva social democrata, ainda podemos
ver a foice e o martelo, “che” Guevara, Estaline, Lenine, Mao e toda uma galeria de
psicopatas em murais, faixas, t-shirts ou pins nos vários eventos promovidos por tão
cordatos geringonços.
A memória histórica não pode servir apenas para um dos lados, mesmo suportada pelos
idiotas úteis da Direita, e como militante do único Partido que votou contra a
Constituição de 76 (nessa altura é que era difícil), que nos obrigava a todos a ser
socialistas, venho reivindicar o direito a que a Direita forme um governo, cujo modelo
seja uma democracia liberal, sem soluções fáceis para os problemas difíceis, sem a
ditadura do politicamente correcto, da ideologia de género e do animalismo radical.

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