Acusando o executivo municipal da Câmara de Beja de “nada fazer” para resolver os problemas estruturantes do concelho, Pedro Pinto, candidato do Chega à presidência daquela autarquia afirma que o seu partido “é o rosto da mudança” e a alternativa “ao mais do mesmo”.
Eleger um vereador é um dos objetivos da candidatura do Chega à Câmara de Beja liderada por Pedro Pinto e que tem como mote “Reerguer Beja”.
Em declarações à Rádio Pax, o candidato diz que “as pessoas estão fartas de “mais do mesmo”, considerando que “o Chega é o rosto da mudança” que é necessária imprimir no concelho bejense.
Atrair novos investimentos empresariais e incentivar os jovens a se fixarem no concelho são duas das prioridades definidas no projeto autárquico do Chega à Câmara de Beja, tal como explica o candidato.
Pedro Pinto sublinha que “é preciso aproveitar o potencial que o concelho tem”, dando como exemplo o Aeroporto de Beja, que entende poder vir a ser complementar à Portela e ao Aeroporto de Faro, caso sejam melhoradas as acessibilidades rodoviárias e ferroviárias.
O cabeça-de-lista do Chega acusa a autarquia de Beja de “nada fazer” e de não reivindicar ao poder central a resolução destes “problemas”, preferindo continuar a “assobiar para o lado”.
Outra questão apontada por Pedro Pinto prende-se com a comunidade de etnia cigana. O candidato afirma que sobre esta matéria “há um problema” e toda a gente se esconde, nomeadamente, o presidente da autarquia bejense e a oposição.
Pedro Pinto diz que “PS, PCP e PSD são o sistema implantado” e “têm medo de tratar as coisas pelos nomes, de dizer que Beja tem vários problemas”, que “precisa de novos projectos e que alguém de fora pode ser a opção”.