Manuel Felício: A máquina parou

A máquina parou deixou de tocar um último estertor 117 votos contra, 108 a favor, e 5 abstenções.

Acabam assim 6 anos de geringonça, um governo do partido socialista, que mercê das cedências que foi fazendo ao partido comunista, ao bloco de esquerda, e ao PAN, lá foi vendo os sucessivos orçamentos aprovados.

As cedências foram tais que hoje em dia um menor de 16 que não pode legalmente comprar tabaco ou bebidas alcoólicas, pode sem consentimento dos seus pais, mudar de sexo.

Para ir a uma tourada é preciso ter 16 anos, mas com 3 pode-se entrar num estádio de futebol.

O referencial da educação para o desenvolvimento, pré-escolar, básico e secundário, fala-se em ideologia de género.

Estes são alguns exemplos de legislação avulsa que foi sendo aprovada, com o cunho de comunistas, bloquistas e panistas.

Agora é aguardar pela decisão do presidente, e a data das eleições, que a meu ver devem ser tão cedo quanto a lei o permita.

A cena política portuguesa, revive a realidade de um orçamento chumbado. E se foi a esquerda que o provocou, terá de ser a direita mais uma vez a levantar o pais dos escombros, como já o fez nas três bancarrotas que a governação socialista provocou.

Não é esta a situação atual, mas se o país continuar nesta trajetória, é para lá que caminhamos a passos largos.

O CDS luta para sobreviver e o PSD irá a votos em eleições diretas para a eleição do seu líder e candidato a primeiro-ministro nas eleições de se avizinham. Oportunas ou não a verdade é que o meu partido saberá fazer a escolha daquele que será o melhor para o nosso país e assim também para o partido.

É desejável que não haja quem se deixe inebriar com o cheiro do poder, e assim se apresse com aquilo que deve ser ponderado.

Aos Portugueses desejo, que não caiam outra vez na asneira de escolher uma solução como a que nos governou nos últimos 6 anos, e que se veio a revelar um falhanço.

O meu nome é Manuel Felício

Sou Português

Alentejano 

E Social -Democrata convicto de que a social democracia é o caminho certo para Portugal

Manuel Felício

Agente de seguros e Social Democrata