João Paulo Ramôa considera “ilegal” despacho conjunto
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João Paulo Ramôa receia que o despacho conjunto que transfere para a ANA – Aeroportos de Portugal a gestão do aeroporto de Beja seja ilegal e venha a ser “chumbado” à semelhança do que aconteceu com as duas concessões rodoviárias do norte recusadas pelo Tribunal de Contas, provocando entraves à entrada em funcionamento do aeroporto.
Na qualidade de comentador da Rádio Pax, João Paulo Ramôa afirmou que “o despacho que foi dado pelo anterior Governo, em plena campanha eleitoral, subscrito por 3 ministros – Defesa, Finanças e Obras Públicas - atribuindo novas funções à empresa que iria gerir o aeroporto de Beja, no meu ponto de vista, é ilegal”.
O antigo governador Civil de Beja está “plenamente convencido” que “sob o crivo do Tribunal de Contas ou de outra inspecção” o despacho será vetado. As palavras do Primeiro-ministro sobre o aeroporto, no debate do programa do Governo, soam a pouco. É preciso “passar das palavras aos actos”, defende o presidente da concelhia de Beja do PSD.
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