A Câmara Municipal de Serpa, na sua última reunião, realizada em A-do-Pinto, voltou a expressar as suas preocupações com as monoculturas.
Segundo o município, “a propagação e o evidente crescimento de monoculturas intensivas e superintensivas no concelho nos últimos anos tem vindo a ser alvo de grande atenção (…), sobretudo pela falta de informação concreta e actual sobre os efectivos impactos ambientais e de saúde pública, bem como sobre novas plantações a médio prazo”.
O Ministério da Agricultura já classificou a posição da Câmara de “alarmista”.
A autarquia diz que não se trata de alarmismo, “mas de uma posição preventiva e do elementar direito à informação por parte das populações”.
Tomé Pires, presidente da Câmara de Serpa, esclarece que a autarquia não é contra nenhum tipo de cultura ou modo de produção. Exige apenas conhecer os impactos causados pela produção intensiva e superintensiva.