Os eleitos da Coligação “Beja Consegue”, na União de Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira, já responderam às acusações recentemente feitas pelos eleitos do Partido Socialista sobre o Orçamento da União de Freguesias de Salvador e Santa Maria para 2026.
A Coligação de direita liderada pelo PSD esclarece que a opção do presidente de assumir funções a tempo inteiro foi feita com “total transparência” e assegura que “a verba correspondente ao meio tempo — que não é financiada pela DGAL — foi inscrita no orçamento da Junta, cumprindo escrupulosamente a lei e as boas práticas de gestão”.
Garante ainda que “do ponto de vista financeiro, seria mais vantajoso para o presidente manter o regime de meio tempo na Junta e continuar simultaneamente a sua atividade profissional de enfermagem”.
“Uma junta de freguesia dispor de um presidente a tempo inteiro significa mais capacidade de ação, mais acompanhamento às instituições, maior proximidade com os trabalhadores e mais celeridade na resolução dos problemas da população”, acrescenta.
Para os eleitos do Beja Consegue “uma junta de freguesia dispor de um presidente a tempo inteiro significa mais capacidade de ação, mais acompanhamento às instituições, maior proximidade com os trabalhadores e mais celeridade na resolução dos problemas da população”.
A Coligação de direta diz que “mantém o compromisso firme com as associações, com os agentes culturais, desportivos e sociais, e com o investimento em obras indispensáveis ao futuro da freguesia”.
Os eleitos do “Beja Consegue” lamentam que “o PS tente transformar uma decisão responsável da presidência num ataque político distorcido, ignorando que todas as decisões foram tomadas de forma transparente, legal e participada”.