As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 30 de junho de 2026, confirmam “as fracas produtividades dos cereais de outono/inverno, na sequência dos excessos de precipitação registados durante o inverno e das temperaturas elevadas observadas na primavera e no início do verão”.
Em várias regiões, sobretudo no Sul, algumas searas de menor potencial produtivo foram aproveitadas para pastoreio ou produção de forragem.
O Boletim Mensal de Agricultura do Instituto realça que “as culturas de regadio apresentam, de um modo geral, um desenvolvimento vegetativo favorável, beneficiando das elevadas disponibilidades hídricas existentes nas principais origens de água para rega, apesar do aumento das necessidades hídricas provocado pelas temperaturas elevadas registadas durante o mês de junho”.
Nas culturas permanentes, mantêm-se perspetivas globalmente favoráveis.
As previsões apontam para uma área de milho para grão de cerca de 62 mil hectares, menos 5% do que na campanha anterior.








