A Resialentejo, empresa intermunicipal de tratamento e valorização de resíduos em oito municípios do Baixo Alentejo, recolheu, no primeiro semestre deste ano, mais de 3 mil toneladas de resíduos provenientes de embalagens.
A empresa anuncia um aumento de 272 toneladas face ao mesmo período de 2024, o que se traduz num crescimento de 9,6%.
A Resialentejo regista este crescimento numa altura em que, segundo a empresa, “Portugal continua aquém das metas europeias de reciclagem”.
Em matéria de recolha de vidro, a Resialentejo registou um crescimento de 4,5%, com mais 32 toneladas recolhidas, contrariando o que se passa no país que tem comprometidas as metas nesta matéria.
Num contexto diferente em relação ao panorama nacional, a Resialentejo garante que “continua a crescer com uma estratégia assente na modernização das infraestruturas e do reforço da sensibilização, promovendo a sustentabilidade e a economia circular”.
“Atualmente, a quantidade de resíduos provenientes da recolha seletiva já ultrapassa as 2,5 mil toneladas, e a taxa de retoma está em crescimento, enquanto a deposição em aterro se mantém como um desafio nacional”, adianta.
Com uma taxa de execução de 42% do seu plano de investimentos até 2030, que ascende a 22 milhões de euros, a Resialentejo assegura que “lidera uma transformação a nível regional e nacional, com perto de 10 milhões de euros já aplicados em diferentes projetos”.